A produção de VPRG tem pleno compromisso com a cultura do lugar, com o ambiente natural, com o patrimônio arquitetônico, com os valores universais e transcendentes da arquitetura, com a espacialidade dos projetos, com a paisagem urbana, com o bem estar das pessoas e com o retorno financeiro dos empreendimentos projetados.

Valorização da cultura do lugar de atuação, particularmente no Nordeste do Brasil, respeitando os costumes e modos de vida característicos da região e as técnicas construtivas locais, assim como a adequação às condicionantes climáticas e geográficas.

O conceito que orienta a produção determina a arquitetura como fato cultural e o arquiteto como agente de cultura. Fazer arquitetura significa, para Vera Pires e Roberto Ghione, traçar marcas na paisagem urbana ou rural, marcas que tendem a permanecer por tempos relativamente longos e que definem os valores culturais da sociedade contemporânea.

O respeito pelo ambiente natural, a integração entre natureza e arquitetura e as soluções adequadas às condicionantes climáticas são atributos permanentes da boa arquitetura.

Os projetos do escritório são conceitualmente sustentáveis, no sentido de estar concebidos de maneira apropriada ao clima. Considera-se que essa atitude em relação à arquitetura constitui uma prioridade da cultura contemporânea e estimula a reflexão acerca de novos paradigmas relacionados com a ação de projetar.

A valorização do patrimônio arquitetônico e a integração de arquitetura nova com arquitetura existente são temas centrais do debate contemporâneo, assumidos nas oportunidades de atuação em relação à obras de valor cultural ou de relacionamento contextual.

Os princípios de ordem, composição, simetria, equilíbrio de massas, relações de cheios e vazios, contrastes de luzes e sombras, assim como todos aqueles valores universais da cultura arquitetônica e do oficio de projetar.

O tratamento da espacialidade interna e das relações entre interior e exterior constitui, nos conceitos do escritório, uma das estratégias para gerar emoção e qualificar as vivencias dos espaços.

A integração da arquitetura na paisagem urbana guardando relações de harmonia com o contexto físico e cultural.

O bem estar das pessoas através da espacialidade interna, o conforto climático natural e a integração com a paisagem, valores supremos que definem o sentido social da arquitetura, são temas permanentes no ato de projetar.

A racionalidade construtiva, a sobriedade nos acabamentos, a escolha de soluções conceitualmente sustentáveis, a integração com o contexto, a procura do bem estar das pessoas, o domínio da escala e das proporções, a implantação correta, o aproveitamento das potencialidades máximas dos terrenos são atributos da boa arquitetura que manifestam se na viabilidade econômica dos empreendimentos e seu retorno financeiro.




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